Brasil leva 5 medalhas de ouro na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica

O feito inédito foi acompanhado de outro marco para o país, que ficou com a melhor colocação nas provas teórica individual, observacional, teórica por equipes multinacionais e de foguetes simulados por equipes multinacionais. A delegação brasileira conquistou cinco medalhas de ouro na 13ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA). O marco é inédito na história do país na competição. Além das medalhas douradas, representantes brasileiros também ganharam melhor prova teórica individual, melhor prova observacional, melhor prova teórica por equipes multinacionais e melhor prova de foguetes simulados por equipes multinacionais, outro feito inédito. A competição ficou sob responsabilidade do Peru e aconteceu digitalmente de 25 de outubro a 10 de novembro. O Brasil foi representado por uma equipe de dois professores e cinco estudantes, que conquistaram: Isabela Pereira Gregio: ouro e melhor prova de foguetes simulados por equipes multinacionais Leonardo Vellar Augé: ouro e melhor prova observacional Luís Otávio Trotti Martins Guedes de Souza: ouro Paulo Henrique dos Santos Silva: ouro e melhor prova teórica individual Wesley Antônio Machado Andrade de Aguiar: ouro e melhor prova teórica por equipes multinacionais Além da delegação brasileira, Belize acompanhou a olimpíada como observador e outros 15 países participaram da competição, com 74 representantes no total: Argentina Bolívia Chile Colômbia Equador Guatemala México Nicarágua Panamá Paraguai Peru Uruguai Costa Rica El Salvador Venezuela. A competição Para se classificarem para a competição latino-americana, os estudantes brasileiros ganharam a medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) 2021, passaram por um processo pré-seletivo feito com provas online e participaram de um rigoroso treinamento, também seletivo, de maio a agosto deste ano, com professores e astrônomos profissionais de diversas instituições. Já na OLAA, os jovens enfrentaram uma prova teórica individual, uma prova teórica por equipes multinacionais, uma prova de foguetes simulados por equipes multinacionais e uma prova observacional, nas quais ficaram com as melhores colocações. Dentre os assuntos presentes nas provas da olimpíada, estavam temas que envolviam conhecimentos de trigonometria esférica, dinâmica planetária, propulsão e manobra de satélites artificiais, fotometria e astrofísica geral, entre outros. Além das provas, os participantes também assistiam apresentações sobre astronomia Inca, fizeram um passeio virtual pelo El Observatorio Solar Chankillo, o observatório astronômico mais antigo das américas, e participaram de um bate-papo com o cosmonauta russo Alexander Lazutkin.

Brasil leva 5 medalhas de ouro na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica
O feito inédito foi acompanhado de outro marco para o país, que ficou com a melhor colocação nas provas teórica individual, observacional, teórica por equipes multinacionais e de foguetes simulados por equipes multinacionais. A delegação brasileira conquistou cinco medalhas de ouro na 13ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA). O marco é inédito na história do país na competição. Além das medalhas douradas, representantes brasileiros também ganharam melhor prova teórica individual, melhor prova observacional, melhor prova teórica por equipes multinacionais e melhor prova de foguetes simulados por equipes multinacionais, outro feito inédito. A competição ficou sob responsabilidade do Peru e aconteceu digitalmente de 25 de outubro a 10 de novembro. O Brasil foi representado por uma equipe de dois professores e cinco estudantes, que conquistaram: Isabela Pereira Gregio: ouro e melhor prova de foguetes simulados por equipes multinacionais Leonardo Vellar Augé: ouro e melhor prova observacional Luís Otávio Trotti Martins Guedes de Souza: ouro Paulo Henrique dos Santos Silva: ouro e melhor prova teórica individual Wesley Antônio Machado Andrade de Aguiar: ouro e melhor prova teórica por equipes multinacionais Além da delegação brasileira, Belize acompanhou a olimpíada como observador e outros 15 países participaram da competição, com 74 representantes no total: Argentina Bolívia Chile Colômbia Equador Guatemala México Nicarágua Panamá Paraguai Peru Uruguai Costa Rica El Salvador Venezuela. A competição Para se classificarem para a competição latino-americana, os estudantes brasileiros ganharam a medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) 2021, passaram por um processo pré-seletivo feito com provas online e participaram de um rigoroso treinamento, também seletivo, de maio a agosto deste ano, com professores e astrônomos profissionais de diversas instituições. Já na OLAA, os jovens enfrentaram uma prova teórica individual, uma prova teórica por equipes multinacionais, uma prova de foguetes simulados por equipes multinacionais e uma prova observacional, nas quais ficaram com as melhores colocações. Dentre os assuntos presentes nas provas da olimpíada, estavam temas que envolviam conhecimentos de trigonometria esférica, dinâmica planetária, propulsão e manobra de satélites artificiais, fotometria e astrofísica geral, entre outros. Além das provas, os participantes também assistiam apresentações sobre astronomia Inca, fizeram um passeio virtual pelo El Observatorio Solar Chankillo, o observatório astronômico mais antigo das américas, e participaram de um bate-papo com o cosmonauta russo Alexander Lazutkin.